quarta-feira, 27 de abril de 2011

sueli fernandes

Caros!

Repassando e-mail da profa. Sueli.
Copiem este link no youtube para ver mensagem em Libras, OK!:
http://youtu.be/vbbX42GmeF4

Abraços!
Arlete

--------------------------- Mensagem Original ----------------------------
Assunto: Direito do Trabalhador Surdo - Evento Extensão UFPR/Feneis
De: "Sueli Fernandes"
Data: Dom, Abril 24, 2011 6:24 pm
Para: undisclosed-recipients:;
--------------------------------------------------------------------------

Olá pessoal!

Solicito o apoio de tod@s na divulgação do evento
*"20 ANOS SEPASSARAM...COTAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA - Balanço e perspectivas de
efetivação"*, ao trabalhadores surdos, familiares, profissionais e demais interessados.



Abraços,
Sueli
**


--
"en la lucha de clases, todas las armas son buenas: piedras, noches,
poemas."


Profa. Dra. Sueli Fernandes
Setor de Educação/DTFE - UFPR
Coordenadora do Curso de Graduação em Letras Libras/UFPR
(41) 8862-1919
(41) 9937-6969
(41) 3310-2698

Lei contra gasolina da Petrobras.

VAMOS FAZER PARTE DESTA MELHORIA.......
>
> Segue ai uma informação de cunho responsável....
>
> DESSA VEZ NÃO SE ESQUEÇA E FAÇA UMA FORÇA!!!! TENTE CUMPRIR O COMBINADO!!!!!
> NÃO SEI QUEM ESTÁ GANHANDO COM ISSO MAS, SEI QUE ESTOU SEMPRE PERDENDO.
>
>
> GASOLINA (GNV, DIESEL e ÁLCOOL)
>
> Como poderemos baixar os preços???
> NÃO DEIXE DE LER ..
> Você lembra do Criança Esperança?
> A UNICEF e a Rede Globo ‘abriram as pernas’...
> Foi a força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO que DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito.
> Então continue a ler .Não deixe de participar, mesmo que vc HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no custo e conseqüentemente repassados a você.
>
> Você sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool . Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool
>
> QUAL É A MÁGICA ??
>
> Você sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos "quatro ventos" O Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva de petróleo do MUNDO.
>
> Realmente, só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do DF) o litro: a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas "terras tupiniquins"
>
> CHEGA !!!
>
> Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
> Ou vamos esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover alguma ação lícita, inteligente, ousada e emergencial.
> Unindo todos em favor de um BEM COMUM !!!
>
> Existia uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha: "NÃO COMPRE GASOLINA" em um certo dia da semana previamente combinado não funcionou.
>
> Nos USA e Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelo próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os
> consumidores não continuariam "prejudicando a si mesmos" ao se recusarem a comprar gasolina.. Além do que, se você não compra gasolina hoje... vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio consumidor, que um problema para os vendedores.
>
> MAS houve um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em "relações de comércio e leis de mercado", que pensou nesta idéia relatada abaixo e propôs um plano que realmente funciona.
>
> Nós precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são "meia-dúzia".
> Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós, os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!!
> O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz,na parte mais sensível do corpo humano: o BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!
>
> MAS COMO ??!!
>
> Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e não podemos deixar de comprar gasolina, GNV, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão forte a ponto dos preços dos combustíveis CAIREM, se todos juntos agirmos para
>
> FORÇAR UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS.
>
> É assim que o mercado age!!!
>
> Isso é Lei de Mercado e Concorrência
>
> Aqui está a idéia:
>
> Para os próximo meses ( junho/ julho / agosto de 2011...) não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a PETROBRÁS (Postos BR).
>
> Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.
>
> Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc...) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias de mercado.
> Isso é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!
> CHAMA-SE LEI DA OFERTA E DA PROCURA
>
> Mas, para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás.
> É realmente simples de se fazer!!
> Continue abastecendo e consumindo normalmente!! Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um BR (Petrobrás). Porque a BR?
> Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e consequentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados.
> Mas não vá recuar agora... Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de pessoas!!
>
>
> Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos, dez pessoas a mais
>
> (30 x 10 = 300)
>
> e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez pessoas, (300 x 10 = 3.000),
>
> e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!
>
> É UMA "PROGRESSÃO GEOMÉTRICA" QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!
>
> Quanto tempo levaria a campanha?
>
> Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se voce repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR),
> (fonte da ANP - Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)
>
> Isto seria um impacto violento e de consequências invariavelmente conhecidas...
> A BAIXA DOS PREÇOS
>
> Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
> Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte.
>
>
> PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS ! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
> VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!
>
> O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!!


--
CARLA

curso Cas.

BOLETIM_CAS_PR_2011
Curso de Extensão em Libras da EaD do Grupo Educacional Uninter, no informativo, se possível
Curso de Extensão em Libras Básico – início 16 de maio de 2011 e término em 27 de junho de 2011.
Inscrições até 11 de maio
Todas as segundas feiras, das 18 horas às 18h50.
Mais informações no site do UNINTER – www.grupouninter.com.br ou pelo telefone do SIANEE 2102-3376

Leomar Marchesini
Coordenadora do SIANEE
Serviço de Inclusão e Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais
41| 2102-3372
41| 9169-5969

Grupo Educacional UNINTER
Unidade Tiradentes
Rua Saldanha Marinho, 131, 3º andar - Centro - Curitiba PR

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Planeta água.

Planeta Água

Guilherme Arantes
Composição : Guilherme Arantes

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam
A fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos...
Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d'água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão...
Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...
Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão...
Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população...
Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra...
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água...(2x)

http://letras.terra.com.br/guilherme-arantes/46315/
Expansão marítima portuguesa
O pioneirismo português no século 15
Renato Cancian*


Desembarque dos portugueses no litoral brasileiro
A descoberta do Brasil por Pedro Álvares Cabral, em 22 de abril de 1500, foi o resultado de uma persistente e bem sucedida política de expansão marítima colocada em prática ao longo de muitos anos pela monarquia portuguesa.

A construção das grandes embarcações e a organização de expedições marítimas que passaram a explorar os oceanos nos séculos 14 e 15 dependeram do progresso da náutica, com o desenvolvimento de instrumentos e de técnicas de navegação. Isso tudo só pôde se concretizar à medida que eram destinados expressivas somas de riquezas, as quais somente o tesouro de um Estado organizado e forte poderia suportar.

Dinastia de Avis
O pioneirismo português nas grandes navegações marítimas - que culminaram nas descobertas de novas terras, na expansão do comércio e na propagação da fé cristã - se iniciou em 1385, data da subida ao trono de dom João 1º, conhecido como Mestre de Avis. O reinado de dom João inaugurou em Portugal a dinastia de Avis. Ele obteve o apoio da nobreza e dos comerciantes do reino, setores sociais que naquele período eram mais influentes política e economicamente.

Com isso, dom João 1º pôde promover uma acentuada e progressiva centralização do poder monárquico, o que fez Portugal surgir como um Estado independente e bem armado militarmente. O país alcançou a estabilidade política e a paz interna, fatores que propiciaram o florescimento e crescimento do comércio estimulando, desse modo, as riquezas do reino. Essas condições foram fundamentais para colocar em prática a política de expansão marítima destinando recursos para as grandes navegações.

Posição geográfica de Portugal: de cara para o Atlântico
Em sua origem, a expansão marítima portuguesa esteve associada aos interesses mercantis da burguesia do reino, ávida na busca de lucros por meio do comércio marítimo com outras regiões, sobretudo com o Oriente.

Essa era uma forma de superar as limitações do mercado europeu, que estava em crise pela carência de mão-de-obra, pela falta de produtos agrícolas e a escassez de metais preciosos para cunhagem de moeda. Interessava a essa burguesia apoiar o poder real no empreendimento da expansão marítima, por meio das navegações oceânicas e dela extrair seus benefícios.

Portugal também gozava de uma localização geográfica privilegiada na península ibérica. Grande parte do seu território está voltada para o oceano Atlântico. Essa posição geográfica, juntamente com as condições sociais e políticas favoráveis, permitiram ao país se projetar como potência marítima. Coube ao infante D. Henrique - filho de D. João 1o - as iniciativas para fazer Portugal inaugurar as grandes navegações oceânicas.

Escola de Sagres
D. Henrique era um amante das ciências e, sob sua iniciativa, foi fundada a Escola de Sagres, que reuniu diversos especialistas como cartógrafos, astrônomos e marinheiros que possuíam conhecimento do que de mais avançado se sabia na época sobre a arte de navegar.

Foi na Escola de Sagres que foram realizados, em 1418, os primeiros estudos e projetos de viagens oceânicas. Foi nela que foram aprimoradas embarcações como a caravela e aperfeiçoados os instrumentos náuticos necessários a longas viagens, como a bússola e o astrolábio, que haviam sido inventados no Oriente.

Portugal passou a obter sucessivos êxitos no empreendimento ultramarino. O marco inicial foi a conquista de Ceuta, em 1415, localizada na costa do Marrocos. Em seguida, empreendeu esforços para chegar às Índias pelo mar, contornando a África.

Primeiro os portugueses conquistaram as ilhas atlânticas dos arquipélagos dos Açores, Madeira e Cabo Verde (1425-1427) para em seguida explorar a costa africana.

Em 1488, a esquadra comandada por Bartolomeu Dias conseguiu transpor o Cabo da Boa Esperança, localizado no extremo sul da África. Dez anos depois, a esquadra comandada por Vasco da Gama conseguiu ir adiante e navegar pelo oceano Índico, aportando em Calicute, extremo sul da Índia, em 20 de maio. Ambos os navegadores estavam a serviço de Portugal.

http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u10.jhtm

dia do descobrimento do Brasil

22 de abril
Os marinheiros de Cabral avistam o monte Pascoal e "descobrem" o Brasil
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação

O monte Pascoal
Em 22 de abril comemora-se o Descobrimento do Brasil. Foi nessa data, no ano de 1500, que os marinheiros de uma frota portuguesa, sob o comando do capitão Pedro Álvares Cabral, avistaram um monte, que chamaram de Pascoal, no litoral sul do atual Estado da Bahia. Isso aconteceu depois de atravessarem o oceano Atlântico durante cerca de 40 dias, sem saber com certeza o que iriam encontrar aqui.

A idéia de um "descobrimento" só é válida sob o ponto de vista dos europeus. Afinal, o território brasileiro já era habitado por seres humanos desde a Pré-história. Ao chegarem aqui, os portugueses foram recebidos por índios que assistiam - surpresos - a chegada daquelas canoas enormes, repletas de homens vestidos, o que devia ser espantoso para quem estava acostumado a andar nu.

As caravelas permaneceram nas novas terras por dez dias. Existe um relato detalhado do episódio, feito pelo escrivão Pero Vaz de Caminha. Ele escreveu uma carta ao rei de Portugal, dom Manuel, contando tintim por tintim. Brancos e índios trocaram presentes, cantaram, dançaram e dois portugueses - em especial - conquistaram a admiração dos indígenas: um por tocar tamborim e o outro por fazer malabarismos.

Não são somente esses fatos que comemoramos no 22 de abril. Na verdade, a data marca a tomada de posse do nosso território pelo reino de Portugal.

http://educacao.uol.com.br/datas-comemorativas/ult1688u14.jhtm

A Tattoo: Índios Americanos - DESENHOS

A Tattoo: Índios Americanos - DESENHOS: "Os índios em geral foram muito requisitados na década de 90, posteriormente, houve uma queda na procura por índios, sobretudo os índios amer..."

Dia de Tiradentes.

"LIBERTAS QUAE SERA TAMEM", LIBERDADE AINDA QUE TARDIA

JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER - João Sodré
"o TIRADENTES"

Lutador pela independência do Brasil: 1746-1792

QUANDO TUDO ACONTECEU..

1746: Nasce em Pombal, distrito de S. José d’el Rei (hoje Tiradentes), Minas Gerais; os pais são Domingos da Silva Santos, nascido em Portugal, e Maria Antónia da Encarnação Xavier, nascida na Vila de São José d’el Rei (Brasil). - 1755: Morre Maria Antónia; o viúvo e os órfãos mudam-se de vez para a Vila de São José. - 1757: Órfão de pai. - 1780: Arregimenta-se como soldado. - 1781: É promovido a Alferes. - 1786: A mando do governador da capitania de Vila Rica, leva brilhantemente a cabo estudos demográficos, geográficos, geológicos, mineralógicos - quer de aplicação civil, quer militar. - 1788: Envolve-se na Inconfidência contra a Coroa portuguesa - 1789: Como conspirador, é preso no Rio de Janeiro. - 1792: É enforcado em praça pública e depois esquartejado.


À BEIRA DO FIM...

Tiradentes incita os Inconfidentes. Entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a Tábua Cronológica.
1789, Rio de Janeiro.

A 1 de Maio aparece na cidade o coronel Joaquim Silvério. Logo trata de visitar - e com que frequência – o conde de Resende. No dia 2, grande azáfama. Cubículos especiais são mandados construir nalgumas das piores prisões. A sua guarda pessoal passa a ser constituída exclusivamente por portugueses. Dois granadeiros são encarregados de vigilância extraordinária. Informações sobre as origens de todos os seus soldados são solicitadas com urgência – estes são portugueses, aqueles são brasileiros....

Os granadeiros vigiam Joaquim José da Silva Xavier, conhecido por Tiradentes, por causa do ofício que aprendera com o padrinho. Agora é alferes do Regimento pago por Vila Rica, Minas Gerais. Andava a procurar gente que o ajudasse a libertar o Brasil através duma conspiração abominável. Sabedor de tal crime, o governador de Minas havia encarregado o Coronel, amigo do suspeito, de seguir seus movimentos e comunicar seus achados directamente ao Vice-Rei.

Tiradentes sonha. Ao ajudante de artilharia Nunes Cardoso, proclama:

- Esta terra há ser um dia maior que a Nova Inglaterra! Mas as suas riquezas só as poderemos alcançar no dia em que nos libertarmos do jugo dos portugueses para sermos os senhores da terra que é nossa.

Nunes Cardoso empalidece. Roga-lhe que nunca mais se refira a tais assuntos…

Mas Tiradentes não desiste. Pede a várias pessoas que lhe traduzam livros políticos ingleses, também a Declaração da Independência americana. Alguns dos livros têm até referências elogiosas à República… Em Vila Rica, na casa de João Rodrigues de Macedo, chegara mesmo a exibir a lista, por ele levantada, dos habitantes da capitania e comentara:

- Têm Vossas Mercês aqui todo este povo açoitado por um só homem, e nós todos a chorarmos como negros – ai, ai... E de três em três anos vem um, e leva um milhão; e os criados levam outro tanto; e como hão-de passar os pobres filhos da América? Se fosse outra nação já se tinha levantado!

Os amigos pedem-lhe que pare. Além disso, tens estado a ser seguido por dois granadeiros, informam-no. Tiradentes primeiro pensa liquidá-los. Depois opta por regressar mais depressa a Minas, quem sabe se na mira de precipitar o golpe... Pede um bacamarte emprestado e inicia os preparativos para a fuga. Mas, vigiado como anda, logo se apercebe que é impossível fugir. Esconde-se.

Em anterior viagem, havia curado a chaga cancerosa no pé da filha duma viúva. Pede-lhe ajuda. O decoro manda que não alberguem homem em casa. Tiradentes, por sua recomendação, vai para casa do ourives Domingos Fernandes, guiado pelo Padre Inácio Nogueira, sobrinho da viúva. Aí entra no dia sete de Maio pelas dez da noite.

O desaparecimento de Tiradentes provoca pânico entre os adversários. Na manhã do dia oito pede ao Padre que visite o coronel Joaquim Silvério, que continua a julgar seu amigo. O delator, que periodicamente envia relatórios escritos ao Vice-Rei sobre as actividades do amigo, finge-se preocupado. Quer saber do paradeiro de Tiradentes para poder ajudá-lo... Mas o Padre é jesuíta, contorna a inquirição, afirma não morar na Corte. Silvério não desarma e, ao encontrar na rua, no dia seguinte, outro clérigo, pergunta pelo Padre Inácio.

- Tenho bom negócio a propor-lhe.

O outro cai na esparrela e eis o Padre Inácio arrastado para o palácio do Vice-Rei. Pessoa comum, não resiste às ameaças, inclusivamente de morte. A teia começa a ser tecida.

INFRA-ESTRUTURA I
Na segunda metade do século XVIII, do Rio de Janeiro para Norte, o processo económico dominante é a monocultura agrária sustentada pela mão-de-obra escrava, uma espécie de feudalismo tardio importado da Europa.

Já no Centro, em Minas Gerais, que tanto aqui nos interessa – mas também em Mato Grosso - a presença de ouro e diamantes, recentemente revelada, produz outro tipo de sistema económico. S. Paulo era a província em que mais tomara forma uma população brasileira autêntica, pronta a tomar posse de tudo a que pudesse lançar mão, mineral, vegetal, mineral ou… humano.

Depressa irrompem por Minas e Mato Grosso e não viram a cara ao confronto com aqueles que se lhes opõem. Assim, em 1708, no Rio das Mortes, chacinam os emboabas. Este é a alcunha tupi que dão aos reinois, pois emboaba quer dizer galinha ou pinto calçudo, evocação sarcástica das botas de cano alto usadas pelos portugueses que vinham da Metrópole para sacar e enviar para Lisboa o ouro do Brasil. A cidade principal da capitania é Vila Rica, vinte mil habitantes, luxo, esbanjamento, aventura, sangue. E a nova situação afecta os mercados do Norte, pois claro, que "isto anda tudo ligado". O preço dos negros sobe em flecha nos mercados de escravos.

Tanto basta para que, no Reino, os poderosos imponham as suas vontades: esse ouro pertence à Metrópole e não à colónia de onde é extraído. Se necessário, não terão pejo em recorrer à força. Porém, o tempo é amigo da distância e esta é irmã do desrespeito. Os escravos são na mesma trocados por ouro, através da Baía. As trocas comerciais estimulam o aparecimento de novas necessidades e consequentemente alarga-se o leque das ofertas. A sociedade prospera. Em Minas, mas também em S. Paulo, há grandes feiras. Rasgam-se caminhos para Sul, sedimenta-se o território. O gado vem do Rio Grande, quer para o abate, quer para a produção leiteira.

A repressão aumenta, ciclo vicioso. Novas leis ditando os direitos da Coroa sobre o ouro. Igualmente visando pôr fim ao contrabando. A revolta cresce e nessa revolta começa a germinar uma ideia: nacionalidade. Como todas as ideias tem uma história. E um precursor. Que tem nome, claro: Filipe dos Santos.

A PRISÃO
Os vultos assomam às janelas. Os mais afoitos saem à rua, timidamente, olham de longe, falam baixinho. Uma centena de soldados comandados pelo Alferes Francisco Pereira Vidigal, impede o trânsito no quarteirão onde fica a casa do ourives Domingos Fernandes, contratador e marcador de prata.

O cerco aperta-se. A casa parece deserta. Um soldado informa que um homem se escondeu no sótão com uma arma na mão. Vidigal, incerto, acaba por mandar forçar a entrada. Irrompe no sótão, rodeado por dezenas de soldados. O homem olha-os de frente mas não reage, não fala. Entrega-se. Veste o dólman. Põe o chapéu.

- Que pretendia fazer com o bacamarte?

- Resistir, mas são tantos…

INFRA-ESTRUTURA II
As contas do Rei são fáceis: seu, é um quinto de todo o ouro brasileiro. Não admira que aumentem as confrontações entre brasileiros e portugueses. Os resultados são variáveis. Se no Rio das Mortes quem leva a melhor são os paulistas, no Caeté vira-se o feitiço.

Braz Baltazar da Silveira, governador desde 1713, passa a cobrar outros impostos além do quinto, as chamadas taxas de entrada. E, porque o Rei supunha ser na mesma enganado, para garantir o quinto, cobram-se dez oitavas de ouro por bâtea.

O governador tenta um acordo que o Rei reprova. Nova tentativa resulta num compromisso. Para além duma redução nos outros impostos e taxas, em vez do quinto passarão as capitanias a arrecadar trinta arrobas de ouro e a enviá-las para o Reino. O governador inclui no acordo uma cláusula que virá a tornar-se importante: autorizações para decretar derramas (para garantir mesmo as trinta arrobas) e para criar novos impostos quando quisesse. E isso acontece mesmo.

Antes do(s) acordo(s), é a revolta do Rio Vermelho. Depois, as de Vila Rica, de Pitangui, do Rio das Velhas. Instabilidade. Entra em cena governador novo em 1717, o conde de Assumar. Agitação. O Conde propõe reduzir a taxa para vinte e cinco arrobas, mas todos os impostos vão para a Coroa por inteiro, nada fica no Brasil. O Rei ainda não está satisfeito e manda construir quatro fundições em Minas, que devem tratar todo o ouro e mandar vinte por cento do total fundido para a Metrópole. O quinto, o famigerado quinto... No século XX, no Brasil, dir-se-á ainda, os quintos do Inferno...

Para piorar as coisas, manda o Governador que não mais se use o ouro em pó, até aí a real, apesar de não ser a Real, moeda. Revolta. A de Vila Rica é a mais importante. O Conde de Assumar assina o acordo. O povo festeja. A mando do Governador, os soldados praticam violências e saques. Prendem também os chefes do movimento, que são enviados para Lisboa, condenados e presos. Filipe Santos é o chefe popular. Sabendo que não pode recuar, incita as massas contra o opressor, libertem os prisioneiros, rompam-se as amarras com a Metrópole!

É preso, julgado e enforcado. O cadáver é preso a um cavalo que lançam a galope. Sangue e morte. E a encenação virá a repetir-se

TIRADENTES: OS PRIMEIROS ANOS
Nasce por volta de 1746, em Pombal, distrito de S. José d'el-Rei. Os pais são Domingos da Silva Santos (português) e Maria Antónia da Encarnação Xavier, nascida em São José (Brasil). Aos nove anos fica órfão de mãe e muda-se, com seu pai e irmãos, para a sede da Vila (São José d’el-Rei). Aos doze anos fica órfão de pai, ficando a morar com suas tias na Vila. Um dos seus irmãos chega a capitão. Mas é com outros dois, padres, que Tiradentes se instrui. A letra é desembaraçada, vê-se que escreve, mais ainda por que não o faz com erros. Tudo quer saber e, não tendo uma educação ortodoxa, a verdade é que é dentista, médico e engenheiro de sucesso. Não tem jeito para o comércio, é verdade, nem como vendedor ambulante, nem depois como minerador (apesar dos seus vastos conhecimentos de mineralogia).

Para se aferir do grau de incultura reinante basta dizer que, pretendendo elogiar os seus conhecimentos de mineralogia, o governador Luiz de Menezes afirma que ele tem uma grande inteligência "meneira lógica"). E no entanto, marca passo. No exército, é sistematicamente preterido nas promoções. E os portugueses, mesmo os da pior qualidade, lá vão subindo, paulatinamente. Receios das hierarquias…

INFRA-ESTRUTURA III
Ouro e diamantes. Destes confirma-se que valem uma fortuna pela peritagem holandesa. Logo, o monopólio pela Metrópole. A zona de Rio Frio, conhecida pelo Distrito Diamantino, vive quase em estado de guerra tal é a repressão, o rigor no controlo. Nada escapa à voracidade da Metrópole. Consequência directa: o aumento do contrabando.

E é no contrabando que vai ganhando forma a ideia nacional, pois não é ele, por excelência, o meio de luta contra a Coroa? Tanto quanto as armas vale a criação duma verdadeira economia regional. Para mais, este fenómeno do contrabando não é tipicamente brasileiro, nem sequer latino-americano, nem apenas exclusivo da época…

ILUMINISMOS E ILUMINAÇÃO

"Está mais ou menos generalizada no Brasil a ideia de que a Inconfidência foi só um movimento de protesto contra a derrama que o governo português mandou fazer em 1789, a fim de recolher na capitania, dum modo violento, as quinhentas e vinte e oito arrobas de ouro de que se julgava credor. Isso não é verdade. A notícia de que a derrama se aproximava contribuiu, é claro, para agravar a situação e apressar o trabalho dos conspiradores, mas a ideia da conspiração - ou da revolução, pode-se mesmo dizer - vinha de mais longe e tinha razões mais complexas.

"A Inconfidência não pretendia apenas libertar Minas e o Brasil do jugo da Metrópole. Queria - e isto é o que precisa ficar bem claro - formar aqui uma grande nação republicana, com suas indústrias e possuindo um corpo de leis moderníssimas, de acordo com os postulados revolucionários que agitavam a França e por influência inglesa e francesa tinham já sido vitoriosos nos Estados Unidos."

(Brasil Gerson, in "História Popular de Tiradentes")

* * *

A riqueza de Vila Rica permite a formação duma elite intelectual, homens de letras, homens de leis. Uma certa juventude desafogada estuda em França, onde bebe o fermento revolucionário.

E nesse mundo os revolucionários dão-se as mãos. Kosciuzko, o libertador da Polónia, bem como Lafayette, Bouilé e Rochanbeau, heróis franceses, tornam-se heróis ianques e lutam ao lado dos fouding fathers Benjamin Franklin, George Wahington e Thomas Jefferson. Miranda, o aventureiro venezuelano, torna-se general do exército francês em luta contra ingleses, austríacos e prussianos. Abreu e Lima, brasileiro e filho de padre é, nos Andes, general de Bolívar.

José Joaquim da Maia, filho de pedreiro, estuda em França a expensas do pai. Pede audiência reservada a Jefferson, então embaixador em França. Apenas tem entusiasmo para oferecer. Trocam correspondência. Apesar de tudo o amigo americano afirma que reconhecerá a independência do Brasil tão logo ela aconteça. E trocas comerciais. E ajuda no estabelecimento de industrias. Vandek (tal é o nom de guerre de José Joaquim), aproveita a troca de cartas para cimentar ideias. É o início ainda tímido do pan-americanismo. Morre sem sequer ver a Inconfidência, doente - por ironia em Portugal. Influência em Tiradentes, será muito mais directa a de José Álvares Maciel, que andava por Inglaterra enquanto José Joaquim estava em França.

INFRA-ESTRUTURA IV

Os governadores sucedem-se. A turbulência social não diminui. A sangria do ouro, face às novas leis, é ainda maior. Um dos governador decreta uma dotação extraordinária de cento e vinte e cinco arrobas. Os impostos não param de aumentar, não apenas sobre a mineração. Todas as actividades económicas são sujeitas ao mesmo tratamento. Apesar de tudo, única maneira de acalmar os ânimos, chegam ao fim as casas de fundição.

Curvello tenta a Revolução. Quinze conspiradores são exilados para não mais voltarem. E a partir de 1755, deixa de poder haver indústria. Os teares apenas podem fabricar tecidos para uso dos escravos. E o fisco persegue a mineração como nunca. O caos alarga. O descontentamento rebenta aqui e ali. Em 1780, Rodrigo José de Menezes é Governador que tenta rumar contra a maré. Propõe uma série de reformas que considera essenciais. O Rei propõe-se apenas contemplar a implantação do serviço postal.

TIRADENTES: MORTE MATADA


No dia 21 de Abril de 1792 Tiradentes é enforcado no Largo do Lampadário, no Rio de Janeiro. Dos Inconfidentes, é o único executado, serve de exemplo. O seu corpo é esquartejado. Pedaços dele são espalhados pela estrada que vai para Vila Rica. Uma gaiola com a sua cabeça é alçada a um poste cravado no centro de Vila Rica.

De morte assim matada, Tiradentes morre solteiro. Deixa porém dois filhos menores, Joaquina e João.

Apesar da terem declarado infame o nome do pai e o da família, João é adoptado por um comerciante. Seguirá a carreira militar.

Joaquina vive com a mãe até à maioridade. Portanto pobre, afastada do mundo e de todos, privada de auxílio pelo clima de terror.

Eugénia Maria de Jesus, a companheira de Tiradentes, dizem que é bonita, despretensiosa, clara, de olhos azuis. Mas a pobreza tudo mata.

Tiradentes será herói e lenda, elas de nada sabem.

INFRA-ESTRUTURA V
ou Cherchez la femme

Em 1783, o imposto relativo ao sal correspondia aproximadamente a noventa e oito por cento do seu valor de importação… Com valores destes, começa a ser pertinente investigarmos as causas desta sangria.

Na origem está o célebre Tratado de Methuen, que estudamos na escola como um dos grandes feitos do Marquês de Pombal. Celebrado em 1703 entre Portugal e a Inglaterra, acordava no seguinte: em troca dum abatimento de trinta e três e um terço por cento nas taxas aduaneiras, Portugal comprometia-se a dar à Velha Albion completa preferência às suas manufacturas, tanto na Metrópole como nas colónias.

Isto, que aparece inócuo e recíproco, começa a revelar a sua verdadeira face quando nos apercebemos que o consumo de vinhos portugueses pela Inglaterra não chegava à terça parte dos produtos manufacturados importados por Portugal. Consequência: saldo descaradamente positivo para os ingleses, dívida galopante dos portugueses. Remédio: a sangria do ouro brasileiro em direcção às terras para além do Canal da Mancha.

Eis a razão porque a Coroa recusa as reformas progressistas de Menezes. Portugal está absolutamente dependente da sua mais velha aliada, não pode permitir que a sua colónia lhe faça concorrência. Por outro lado, um Brasil desenvolvido criava o receio da autonomia. E sem colónias, que é Portugal?

Manietado pelo Tratado, o país afunda-se, também ele impedido de produzir e portanto de manter relações de comércio normais. A Corte esbanja o ouro no fausto e na luxúria e na devoção religiosa. Mafra e o convento de Odivelas, onde a Madre Paula recebe D. João V num palácio de conto de fadas. O mesmo D. João V que manda cunhar moedas especiais unicamente destinadas a pagar às suas mulheres… O Vaticano absorve grandes doações. Tudo isto alimenta a revolta dos colonos. E, quanto ao Império Britânico, acaba por acontecer o inevitável. A colónia portuguesa passa a ser bem mais interessante que a metrópole.

CONSPIRAÇÕES

Tiradentes e José Álvares Maciel conhecem-se desde a infância. Quando este volta ao Brasil, logo se encontram no Rio de Janeiro e esboçam um plano de acção. Depois, José torna-se advogado de Tiradentes, que não consegue receber o soldo. Isso permite-lhes atrair o tenente-coronel Francisco de Paula. O número aumenta, mais oficiais, padres, o coronel Inácio de Alvarenga, que deixara de ser magistrado por não querer servir um governo injusto e opressor e se dedica à mineração e ao gado.

Os encontros sucedem-se. Afinam-se pormenores. Tiradentes leva a sua avante: a revolução começará em Minas, pelo povo em marcha, logo seguido pela tropa. Alvarenga é a favor. Põem-se de acordo sobre "não haver levante sem degola". Quem será o escolhido? Tiradentes sugere que seja o ajudante do governador, figura sem escrúpulos e odiada por todos.

INFRA-ESTRUTURA VI

Os brasileiros são já milhões de consumidores e potenciais consumidores de produtos ingleses. Um mercado a não desperdiçar. Mas para o consolidar, é preciso que se desenvolva o território e tal não acontece. O empecilho chama-se Portugal. E a Inglaterra apressa-se a, mais uma vez virar as coisas a seu favor. Napoleão invade o país, eis a oportunidade dourada.

Temeroso de Napoleão, D. João V prepara a frota. Não lhe traça rumo embora se apreste a arribar à Madeira, para aí fixar provisoriamente a sede do governo. Ó doce ilusão!... Beresford, general e embaixador inglês, transmite-lhe ordens taxativas. Sem pestanejar, o rei obedece e parte no dia seguinte. Eis como vem para ao Brasil a toque de caixa, em 1808, a Corte portuguesa, incumbida de desenvolver a colónia e prepará-la para cair no colo dos ingleses. Os brasileiros olham atónitos para gente estranha, de roupas estranhas e costumes exóticos.

"Mas antes da abertura dos portos não era também da Inglaterra que o Brasil importava? (…) A importação se fazia, no entanto, através de Portugal, que tinha o monopólio do comércio com as suas colónias. E é natural que um país colonizador, mas sem indústria, perca por completo suas colónias no dia em que os navios de outros países, mais ricos que ele, conseguirem frequentá-las livremente, e ainda com certas regalias aduaneiras, porque até isso os ingleses obtiveram de D. João VI, em favor da Inglaterra, contra Portugal…"
(Brasil Gerson, ibid)

INCONFIDÊNCIA
Uns Inconfidentes resistem ao interrogatório, outros não. Entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a Tábua Cronológica.

Je suis brézilien et vous savez que ma malheureuse patrie gemit dans un affreux esclavage, que devient chaque jour insupportable…

(carta de José Joaquim da Maia a Thomas Jefferson, embaixador dos Estados Unidos em Paris, cerca 1786)

A insurreição está marcada para quando começar a derrama. É até desenhada uma bandeira, um triângulo e os dizeres em latim LIBERTAS QUAE SERA TAMEM (Liberdade ainda que tardia). Mas os Inconfidentes começam a ficar inquietos. O Governador parece mandar indirectas a Alvarenga. O Padre Carlos de Toledo apercebe-se que se alguma coisa correu mal só pode ser por denúncia.

- Mas de quem, homem de Deus?

- Só pode ter sido Joaquim Silvério, por alguma razão lhe chamam Joaquim Sallieri... (evocação do Sallieri que traíra Mozart).

E de facto, o Coronel Joaquim Silvério, crivado de dívidas perante a Coroa, trai os seus companheiros na Inconfidência e tudo vai delatar às autoridades portuguesas.

Para suprimir o sinal para a revolta, o Governador não executa a derrama. Um vulto vestido de mulher, cabeça coberta por grande chapéu vai de casa em casa. Todos os conspiradores são avisados que Tiradentes foi preso no Rio.

Um a um, são todos presos e enviados para o Rio, maltratados. Ficam por três anos presos, incomunicáveis. O desembargador e poeta Tomás António Gonzaga acabará desterrado em Moçambique. Em versos à sua musa Marília escrevera, premonições: "...mil inocentes / Nas cruzes pendentes, / Por falsos delitos, / Que os homens lhes dão."

O advogado e poeta Cláudio Manuel da Costa, sessenta anos, espera menos tempo. Aparece misteriosamente morto no cubículo infecto onde o encerraram e aviltantemente interrogaram. Suicídio, dizem...

Presos, uns resistem e outros não. Os três anos de sofrimento e a perspectiva da morte revelam personalidades inesperadas entre os Inconfidentes.

Maciel, o teórico do movimento, depõe várias vezes e em todas elas tenta passar por inocente e atribuir todas as culpas aos outros conjurados. Que o instigador de tudo fora Tiradentes...

O mesmo afirma em carta ao Governador o Tenente-Coronel Francisco de Paula. Comandante da tropa mais importante em terra brasileira, sua pena será decerto das mais severas.

Alvarenga, esse, inventa. Afirma que Tiradentes é estúpido, que as reuniões dos Inconfidentes eram cenas depravadas. Em latim, lança elogios ao Governador.

Como podem fazer parte da mesma história que Tiradentes? _________________________

Apêndice:

Declaração da Independência dos Estados Unidos da América

"Quando no curso dos acontecimentos humanos necessita um povo desatar os laços políticos que o uniram a outro, e tomar entre as nações da terra lugar aparte e igual ao que lhe dão direito as leis naturais e as do Deus da natureza, o respeito à opinião da humanidade o obriga a declarar as causas que o decidem à separação. Julgamos evidentes por si mesmas estas verdades: todos os homens nasceram iguais; estão dotados pelo criador de certos direitos inalienáveis; entre esses direitos contam-se o direito à vida, à liberdade e o da procura da felicidade. Estabeleceram-se governos entre os homens para garantir seus direitos, e o poder do governo emana do consentimento dos governados. Sempre que uma forma de governo chega a ser a negação desse fim, o povo tem o direito de mudá-la ou de aboli-la e de estabelecer um novo governo, baseando-o nos princípios e organizando-o na forma que ache mais adequada para dar-lhe segurança e bem estar. A prudência ensina, na verdade, que não convém mudar por causa pequenas e passageira os governos estabelecidos de longa data, e a experiência de todos os tempos mostra, com efeito, que os homens mostram-se mais dispostos a tolerar os males suportáveis do que fazer justiça a si mesmos, abolindo as formas a que estão acostumados. Mas quando uma larga série de abusos e usurpações, que tendem invariavelmente ao mesmo fim, marca o propósito de submetê-los ao despotismo absoluto, têm o direito de rechaçar esse governo e de prover, com novas salvaguardas, sua segurança futura. Tal tem sido a paciência destas colónias e tal é hoje a necessidade que as força a mudar seus antigos sistemas de governo. A história do rei actual da Grã-Bretanha é a história duma série de injustiças e usurpações repetidas que têm por fim directo o estabelecimento duma tirania absoluta nestes Estados. Para prová-lo, submetemos os factos ao mundo imparcial.

"(...) Devemos portanto ceder à necessidade que impõe nossa separação e olhá-los, com o resto da humanidade, como inimigos na guerra e amigos na paz. Em consequência, nós outros, os representantes dos Estados Unidos da América, reunidos em Congresso geral, tomando por testemunha da rectidão das nossas intenções o Juiz Supremo do Universo, publicamos e declaramos solenemente, em nome e pela autoridade do bom Povo destas Colónias, que as Colónias unidas são e têm o direito de ser estados livres e independentes; que estão desligados de toda a obediência à Coroa da Grã-Bretanha; que todo o laço político entre eles e o Estado da Grã-Bretanha está, e deve ser, completamente quebrado; que, como Estados livres e independentes, têm plena autoridade para fazer a guerra, concluir a paz, contrair alianças, regulamentar o comércio e realizar todos os demais actos ou cousas que os Estados independentes têm direito a executar; e possuídos de firme confiança na protecção da Divina Providência, comprometemos mutuamente na execução desta declaração nossas vidas, nossas fortunas e o nosso bem mais sagrado: a honra".

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http://www.vidaslusofonas.pt/tiradentes.htm
Dia do Índio reuniu mais de 20 tribos em grande celebração
20/04/2011 14:19

Da Redação
Agência Pará de Notícias


Este ano, mais de cinco mil indígenas participaram das atividades da Semana

Programação é um importante espaço de encontro das diversas tribos da Amazônia
O Dia do Índio foi comemorado com uma grande e bela festa no município de São Felix do Xingu. As tribos Pynhêre, Yrenhô, Ireôti, Bethânia, Xixipá, Xada, Narenhnoka, Pody, Em Kaiapó, Aukre, Apexti, Kakroimorô, Kreampare, Krikretum, Kriny, Gorotire, Moxkarakó, Pykarãrãnki, Kendân, Kawatire e Xicrim reuniram-se para um ritual de danças e músicas, na quadra Triangulo, um dos palcos da "Semana dos Povos Indígenas", em São Félix do Xingu.

A noite desta terça-feira (19) foi o momento alto de uma extensa programação alusiva ao Dia do Índio, que iniciou no último sábado (16) com a chegada de diversas tribos ao município. "Estamos muito felizes de termos reencontrado nossos irmãos de outras aldeias e estarmos comemorando juntos essa data que é muito importante para nós", sintetizou o cacique Matire Kaiapó, da tribo Gorotire.

Durante os dias 17, 18 e 19 a "Semana dos Povos Indígenas" foi composta por uma extensa programação que incluiu diversas atividades esportivas, artísticas e lúdicas entre as tribos. Um posto para emissão de documentos e oficinas sócio-educativas também fez parte da programação. "Estamos extremamente satisfeitos com o resultado final do evento. Nossos principais objetivos que eram a confraternização entre as tribos, já que elas são muito afastadas umas das outras e o contato entre eles não é possível foi alcançado. Outro objetivo era a confraternização entre os índios e brancos que também foi realizada", resumiu secretária executiva municipal de Educação e Cultura e coordenadora do evento, Viviane Martins.

A coordenadora explica que estavam confirmadas a participação de 13 tribos indígenas, mas ao final do evento compareceram mais de 20 aldeias. No total, estima-se que mais de cinco mil indígenas participaram da programação.

Tradição

Esta, foi a terceira edição do evento. A cada ano que passa a "Semana dos Povos Indígenas" cresce em número de participantes e em sua estrutura. A primeira edição contou com a participação de 1.200 indígenas, a segunda edição com 2.500. Este ano, foram mais cinco mil indígenas.

Como compareceram mais tribos do que a coordenação esperava, outros abrigos tiveram que ser providenciados de última hora, mas todos foram alojados com segurança. "Ficamos muito felizes com a chegada de outras tribos, pois para nós isso significa que eles estão satisfeitos com a realização do evento e isso nos deixa com a sensação de que o nosso objetivo foi alcançado", conclui a coordenadora.

O número de pessoas vindas de outros municípios e estados também aumenta a cada edição. "Não temos dados concretos de quantas pessoas de outras localidades estiveram em São Félix do Xingu prestigiando o evento, mas é visível que muitas pessoas de fora estão aqui", explicou Viviane. Segundo Viviane, a expectativa para 2012 é que a próxima "Semana dos Povos Indígenas" receba ainda mais índios e brancos para celebrarem juntos o "Dia do Índio".

Manuela Viana - Secom

DIA DO ÍNDIO.

Atletas indígenas são premiados no dia do índio em Manaus

18 Abr 2011 . 17:18 h . Com Informações de Assessoria . portal@d24am.com
Iniciada na manhã de hoje (18), a programação esportiva do Abril Cultural contou com a presença de indígenas de comunidades das zonas rural e urbana de Manaus.


Manaus - O Abril Cultural Indígena, evento do Governo do Amazonas em comemoração ao Dia do Índio, realiza nesta terça-feira, 19, na Arena Amadeu Teixeira, a cerimônia de premiação dos vencedores das atividades esportivas que reuniram cerca de 240 atletas indígenas. Coordenado pela Secretaria de Estado dos Povos Indígenas (Seind), a agenda do evento segue até o dia 3 de maio na capital e no interior.

Iniciada na manhã de hoje (18), a programação esportiva do Abril Cultural contou com a presença de indígenas de comunidades das zonas rural e urbana de Manaus, e de representantes da Seind e da Secretaria de Estado do Esporte (Sejel). A solenidade foi aberta pela entoação do Hino Nacional Brasileiro traduzido ao idioma nativo da cantora Djuena Tikuna.

Em breve pronunciamento, o secretário adjunto da Seind, José Mário Mura, destacou a importância do evento, inédito, como ferramenta de valorização da identidade indígena. “O Amazonas abriga cerca de 80 etnias e este é um momento única de nos conhecermos mais e, sobretudo, mostrar à sociedade que a cultura indígena ainda sobrevive”, ressaltou Mura.

Entre as modalidades em disputa no primeiro dia, houve as tradicionais olímpicas, como atletismo, natação e futsal; além das praticadas pelos indígenas, a exemplo do arco e flecha, corrida com saco, cabo de força e mergulho. Nesse último, informou o secretário adjunto da Seind, o primeiro lugar foi assegurado ao competidor que passou maior tempo com a respiração presa embaixo d’água.

Pertencente à etnia Sateré Mawé, dona Maria do Carmo Rarê, de 55 anos, participou dos jogos com arco e flecha próprios que, segundo ela, são lazer favorito desde pequena. “Tenho muito orgulho de estar aqui representando o povo, a minha tribo”, afirmou, ao antecipar sua participação nos Jogos Estaduais Indígenas, anunciado pela Sejel para o segundo semestre deste ano.

Mês do índio

Com extensa programação em curso, até o dia 3 de maio, na capital e em municípios das regiões do Médio Purus, Alto Solimões, Madeira e Baixo Amazonas, o Abril Cultural Indígena é um evento promovido pelo Governo do Amazonas e demais órgãos parceiros das esferas municipal e estadual.

Além de competições esportivas, o evento conta com apresentações gratuitas de dança, canto, palestras, oficinas, seminários, exposição de artesanato e culinária tradicional. O início das atividades do Abril Cultural foi marcada pela instalação do comitê gestor do termo de cooperação técnica firmado entre o Estado e a Fundação Nacional do Índio (Funai).

O grupo, que tem a primeira reunião programada para a primeira quinzena de maio, irá criar um plano de trabalho e traçar ações conjuntas ao desenvolvimento econômico das comunidades indígenas do Estado. Nos próximos meses deverá ser definida a data de implantação do termo, bem como as comunidades a serem beneficiadas e os valores a serem investidos.
http://www.d24am.com/amazonia/povos/atletas-indigenas-sao-premiados-no-dia-do-indio-em-manaus/21899
http://www.ecoagencia.com.br/index.php?open=noticias&id=VZlSXRVVONlYHZFVjZkVhN2aKVVVB1TP

Uma carta com as reivindicações dos indígenas brasileiros foi entregue à presidenta Dilma Rousseff e ao ministro da Justiça na última reunião da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI).

Por Camila Queiroz - Adital

Na América Latina, o Dia do Índio (19 de abril), comemorado desde 1940 por decisão do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, será marcado por muitas mobilizações. Os indígenas aproveitarão a data para destacar a riqueza de suas culturas e denunciar os problemas que enfrentam. No Brasil, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) realiza, desde o dia 17 até o dia 20, o Fórum Nacional de Lideranças Indígenas (FNLI), reunindo organizações de todo o país. A ideia é voltar o olhar sobre o movimento indígena, debatendo as principais demandas, perspectivas e estratégias.

Uma carta com as reivindicações dos indígenas brasileiros foi entregue à presidenta Dilma Rousseff e ao ministro da Justiça na última reunião da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI). Eles exigem demarcação e desintrusão de terras e criticam a criminalização de lideranças indígenas. Na Bolívia, organizações originárias indígenas e campesinas organizam as Jornadas Audiovisuais e Fóruns Públicos com a temática Afirmando a Diversidade Construímos uma nova Bolívia com Participação e Equidade, entre os dias 18 e 20. Os eventos ocorrerão na cidade de Santa Cruz.

A intenção é sensibilizar moradores urbanos sobre a realidade dos povos indígenas. Nas Jornadas Audiovisuais, diversos gêneros serão apresentados, como documentário, reportagem e ficção, tendo como foco a cultura indígena. Os Fóruns Públicos pretendem ampliar o diálogo entre povos e sociedade em geral.

Na Argentina, as atividades seguem bem animadas e valorizando a cultura dos povos. Durante o XXXV Abril Cultural Salteño, as bandas Sumaimaná, Huayra Callpa e Sikuris La Tintínica vão apresentar Arpay (um espetáculo musical bem elaborado) amanhã, na sala Maior do Teatro Provincial de Salta. A entrada é gratuita é o endereço é Avenida Zuviría, número 70. Ainda na província de Salta, na cidade de Tartagal, terá início amanhã a Semana dos Povos Originários, com várias atividades, estendendo-se até o dia 23. O objetivo é discutir os direitos sociais dos povos. Haverá mostra artesanal, artística e cultural, no Centro Cultural América. Amanhã, os indígenas realizarão um ato na Praça 9 de Julho, em frente ao Cabildo Histórico.

Na província de Mendoza, na cidade de Madre Tierra, haverá uma oficina sobre costumes das comunidades indígenas e outra de percussão, no dia 21, promovidas pela Associação do Encontro Indígena. As artistas María Isabel Tolosa e Delia Chávez farão uma apresentação musical. A participação é gratuita. Também em Mendoza, haverá, amanhã, a apresentação do projeto educativo Huarpes em sua própria voz, que busca dar a conhecer a cultura desta etnia. Serão lançadas três cartilhas educativas destinadas a crianças das escolas da província, além de um material audiovisual. O evento ocorrerá a partir das dez horas, no Salão Patrícias Mendocinas, no Corpo Central da Casa de Governo.

Adital/EcoAgência

DIA MUNDIAL DA ÁGUA.

Dia Mundial da Água 2011
Esta é a primeira vez na história da humanidade que a maioria da população mundial vive em cidades: 3,3 bilhões de pessoas. E a paisagem urbana continua a crescer. 38% do crescimento é representado pela expansão das favelas, enquanto que a população das cidades estão aumentando mais rápido do que infra-estrutura da cidade pode se adaptar.

O objetivo do Dia Mundial da Água 2011 é chamar a atenção do mundo para o impacto do rápido crescimento urbano, industrialização e as incertezas provocadas pelas mudanças climáticas, os conflitos e as catástrofes naturais em sistemas urbanos de água.

O tema deste ano é água para as cidades: responder ao desafio urbano, incentivar os governos, organizações, comunidades e indivíduos a participarem ativamente na resolução do desafio da gestão das águas urbanas.
O Dia Mundial da Água é realizado anualmente em 22 de Março, como forma de concentrar a atenção sobre a importância da água doce e defender o manejo sustentável desta. A cada ano, no Dia Mundial da Água, é destacado um aspecto específico da água doce.

http://www.portaldomeioambiente.org.br/agua-e-esgoto/6799-dia-mundial-da-agua-2011.html

HISTÓRIA.

HISTÓRIA.
Conceito.
Hoje, ao pronunciarmos a palavra “história”, estamos diante de algo equivoco dotado – ao menos – de três sentidos possíveis: o da realidade histórica, e de Histórica, nesse caso,corresponde ao conjunto dos fenômenos pelos quais se manifestou,manifesta-se ou se manifestará a vida da humanidade; o de conhecimento histórico,sendo a História agora, não mais a realidade objetiva do movimento do mundo e das coisas, mas em primeiro lugar, a observação subjetiva deste movimento pelo historiador e em segundo, o registro desta observação num relato escrito, numa obra histórica (Jean Glénisson).

O EGITO.
Localização.
Situada no nordeste da África. Banhado pelo rio Nilo. “O Egito é uma dádiva do Nilo” (Heródoto).

EVOLUÇÃO POLITICA.
Nomo. – era a reunião de comunidades de aldeias.
No período Pré dinástico, os egípcios inventaram um sistema de escrita (ou hieróglifos) e um calendário solar.
Menés unificou o Egito (3.200 a. C).

ANTIGO IMPÉRIO.
Capital: Tinis e depois Mênfis.
III Dinastia: Djéser, pirâmide escalonada.
IV Dinatia: Queóps,Quéfren e Miquerinos, pirâmides da planície de Gizé.
Luta sociais, descentralização política e os ataques dos nômades puseram fim ao Antigo Império.
MÉDIO IMPÉRIO.
Capital: Tebas.
Destaques: Amenemat III (lago Méris) e Sesóstris III (conquistador).

OS HICSOS: (reis pastores) puseram fim ao médio império.
NOVO IMPÉRIO.
Capital: Tebas
Ames: expulsou os hicsos.
Destaques:
Tutmés III (grande conquistador).
Amenófis IV (revolução religiosa – monoteísmo, culto a Aton).
Ramsés II (templo de Luxor e Karnak. Acordo de paz com os hititas).
A invasão assíria (670 a. C).

TUTANCÃMON.
Restaurou o politeísmo.
RENASCIMENTO SAÍTA.
Psamético I expulsou os assírios.
Capital. Saís.
CAMBISES II, rei dos Persas, venceu os egípcios na batalha de Pelusa (525 a. C).
A dominação Persa, Macedônia,romana,bárbara,bizantina e árabe.
Economia: Agrária,baseada num sistema de irrigação.
Sociedade – Hierarquia e imobilista.
Política – Monarquia despótica. O faraó era um deus vivo. Estado Teocrático.
Escrita – Hieróglifos,decifrados por Jean François Champollion.
Religião – Politeísta, antropomórfica, antropozoomórfica e zoólatra. Principais deuses: Rá,Osíris, Ísis, Anúbis, Thot, etc. O livro dos mortos.
Literatura – Discurso do camponês eloqüente, história de um náufrago, história de Sinuê,hino ao sol, etc.
Arquitetura – Mastabas (base retangular), pirâmide e Hipogeus (túmulos subterrâneos).
Escultura – Frontalidade, verticalidade e simetria.Hierática (imposição da tradição religiosa).
Ciências – Matemática e astronomia. Calendário solar. Medicina.

FENÍCIOS.
Região situada entre o mar mediterrâneo e as montanhas do Líbano.
Cidades – Estados – Ugarit, Biblos, Sidon, Tiro, etc.
Destacaram-se – no comércio e na navegação.
Industria – Metais,vidros e tecidos (de cor púrpura).
Religião – Politeísta e antropormófica. Ball: senhor da cidade.
Grande contribuição- invenção do alfabeto.

HEBREUS.
Povo Semita.
Abraão iniciou o monoteísmo com o culto de Jeová.
Após Abraão,foram patriarcas seu filho Isaac e seu neto Jacob.
As perseguições de Faraó.
Moisés e o Êxodo. Os dez Mandamentos.
Os Juizes – Gedeão,Sansão e Samuel.
Saul – o primeiro rei.
David – consolidou o império.
Salomão – e o templo de Jerusalém.
O cisma: o Reino de Judá e o Reino de Israel.
A conquista assíria e babilônica.
A dominação romana. A diáspora (dispersão pelo mundo).
Antigo Testamento (Pentateuco: Gêneses, Êxodo,Levitico, números e Deuteronômio).
Profetas ( Amós, Oséias, Isáias, Ezequiel, jeremias, Elias,etc.)
Hagiógrafos – Salmos,Provérbios, Livro de jó, Cântico, etc.
Eclesiastes – Livro filosófico.
Festas – Páscoa (saída do Egito); Pentecostes (recebimento das tábuas da lei) e Tabernáculos (recordar os tempos no deserto).

CRETENSES.
Apogeu: 2000 a 1750 a.C. destacaram-se as cidades de Cnossos e Faísto. 1700 a 1400 a. C. – Houve a unificação em torno de Cnossos. Talassocracia – Império marítimo.
Religião – Grande –Mãe e um deus subalterno, o touro.
Papel relevante da mulher.
Cnossos foi destruída pelos Aqueus.
Descoberta arqueológica: Arthur Evans.
Decifração da escrita tipo linear B: Michel Ventris.

MUNDO GREGO.
A Grécia antiga conhecida Hélade,abrangia o sul da Península Balcânica (Grécia Continental) as ilhas do mar Egeu e Jônio (Grécia Insular)e o litoral da Ásia Menor (Grécia Asiática).
MUNDO MICENICO.
Constituía –se de uma série de pequenos Estados independentes: Micenas, lolco, Tebas e Pilo.
APOGEU: Século XV e XIV antes da nossa era. Crise final em torno do ano 1100. a sociedade aqueana (micênica) foi influenciada pelos cretenses: a navegação,as técnicas agrícolas, a escrita,etc.
TEMPOS HOMÉRICOS.
Ilíada (Guerras entre gregos e troianos) e a Odisséia (volta de Ulisses ao reino de Ítaca). Poemas atribuídos a Homero. Os trabalhos e Os dias de Hesíodo.

Por volta de 1200 – 1100 a. C. , terminou a Idade do Bronze na Grécia,com a destruição da civilização Micenica pelos novos invasores indo –europeus, os Dórios que já conheciam o ferro.

HISTÓRIA DA PÁSCOA

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FELIZ PÁSCOA PARA TODOS OS MEUS AMIGOS CONHECIDOS, E NÃO CONHECIDOS E GUARDEM EM SEUS CORAÇÕES O PORQUE DA PÁSCOA E QUE COMEMORAMOS DE TÃO IMPORTANTE NESSE DIA. GRANDE BEIJO E FIQUEM COM DEUS.

História da Páscoa
Origens do termo, Páscoa entre os judeus e cristãos, a história do coelhinho da páscoa e os ovos de chocolate, significados, importância, formas de comemoração e celebrações, rituais e símbolos

As origens do termo

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.

Entre as civilizações antigas

Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.

A Páscoa Judaica

Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.

Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.

A Páscoa entre os cristãos

Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).

Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.

A História do coelhinho da Páscoa e os ovos

A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.

Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.

http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm

sexta-feira, 15 de abril de 2011

sábado, 9 de abril de 2011

CAS

Prezados Candidatos

Segue o Edital nº 8 CAS-PR com as datas e horários das bancas. Aqueles que não encontrarem seus nomes na relação ficarão numa lista de espera para próximas bancas, visto que conforme o Edital nº 6 as vagas eram prioritariamente para Profissionais do Quadro do Estado do Paraná.
Para mais informações acesse o nosso Blog:

http://casprpr.blogspot.com/2011/04/edital-n-8-2011-cas-pr-datas-e-horario.html

Atenciosamente


Equipe CAS-PR

quinta-feira, 7 de abril de 2011

cursos

Prezado (a),
Nova turma da Pós ITECNE em História e Geografia do Paraná na Unidade do Centro!!!
Coordenação do curso: Professor Marcus Matozo - domcaco@yahoo.com.br

Informações sobre o curso clique aqui: http://www.itecne.com.br/curitiba

As aulas serão aos sábados quinzenais das 08 às 17:30 hs
Últimas Vagas

Qualquer dúvida estamos à disposição.
Atenciosamente,

Fabiano Bueno Moraes
Divulgação
Grupo Educacional Itecne
fabiano@itecne.com.br
(41) 3092 0198

CAS-PR: Inscrições abertas para a Banca de Proficiência em...

CAS-PR: Inscrições abertas para a Banca de Proficiência em...: "edital no. 1 no Google Docs edital no. 4 no google docs 18/3/2011 16:30:00 A Secretaria de Estado da Educação (Seed) informa que as ..."

CAS-PR: Banca para certificação de proficiência em Libras ...

CAS-PR: Banca para certificação de proficiência em Libras ...: " Equipe do CAS-PR realizando a Banca de Interpretação Tradutores e intérpretes de Língua de Sinais Brasileira (Libras)/Língua Portugue..."

CAS-PR: EDITAL Nº 06/2011 – CAS-PR - Banca para interior d...

CAS-PR: EDITAL Nº 06/2011 – CAS-PR - Banca para interior d...: "Banca de Proficiência em Tradução e Interpretação em Língua de SinaisBrasileira/Língua Portuguesa com ênfase no Contexto EducacionalO ..."

CAS-PR: Edital_Nº_7_CAS_PR_RELAÇÃO_DE_CANDIDATOS_APROVADOS...

CAS-PR: Edital_Nº_7_CAS_PR_RELAÇÃO_DE_CANDIDATOS_APROVADOS...: "EDITAL NO.07/2011- APROVADOS NA BANCA CASPR-MARÇO"

CAS-PR: Edital Nº 8 2011 CAS PR DATAS E HORARIO ABRIL

CAS-PR: Edital Nº 8 2011 CAS PR DATAS E HORARIO ABRIL: "Edital Nº 8 2011 CAS PR DATAS E HORARIO ABRIL"

sábado, 2 de abril de 2011

Aviso Libras

Srs. Chefes de Núcleos, Equipe Pedagógica, Equipe Disciplinar, Pedagogo, Professores e Interessados:

Solicitamos que repassem o EDITAL N° 06/2011 – CAS-PR – INSCRIÇÕES NRE INTERIOR DO PR para Banca de Proficiência em Tradução e Interpretação em Libras/LP com ênfase no contexto educacional.

Att.:



Equipe do CAS-PR