quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

NEGRINHO GANGA ZUMBA


Cativo na vida,
Mas livre na vontade,
Ele trabalha e trabalha,
Cansa e espera
Espera que a hora chegue.



De noite, no canto da senzala,
Sonha dormindo e sonha acordado
Sonha com sua terra.
África negra e selvagem.
Terra do seu pai do seu avô.
Terra da sua cor.

Alguns anos depois da chegada dos portugueses ao Brasil, vieram os escravos, trazidos pelos portugueses para trabalharem nas lavouras na casa da fazenda. Tinha como acomodação a senzala, uma construção que ficava longe da casa do dono da fazenda. Eram maltratados e muitos acabavam morrendo. Os que conseguiam fugir formavam os quilombos, palavra que na língua africana quer dizer acampamento.
Os escravos acompanhavam as saídas das famílias e trabalhavam dentro de casa, desenvolvendo uma extensa jornada de trabalho. Muitos foram as lutas até a libertação dos escravos, em 1888, quando,segundo os estudos, acabou a escravidão no Brasil.

E a discriminação racial? É algo que não podemos deixar acontecer, não devemos discriminar, não é direito. Toda as pessoas devem ser tratadas com igualdade, a começar pelas crianças.

...A mão que estende,
A mão que ajuda
Mãos iguais.
Mão não fere. A mão dá
Abrigo, num grande gesto
De amor pela vida.

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