domingo, 20 de março de 2016

A verdadeira história da Bela Adormecida




Na história popular, a querida Bela Adormecida é amaldiçoada com um sono profundo após furar o dedo em uma roca de fiar. O feitiço só foi quebrado quando recebeu o beijo de um amor verdadeiro de seu príncipe valente e encantado, que se arriscou ao invadir o castelo rodeado de espinhos e ao enfrentar a bruxa malvada. E como em qualquer outro conto de fadas, o lindo príncipe consegue superar todos os obstáculos para poder salvar a linda princesa, e assim os dois vivem felizes para sempre.
A versão popular criada pela Disney, foi uma adaptação dos contos dos Irmãos Grimm.
A verdadeira história da Bela Adormecida é considerada como uma das mais bizarras entre todos os outros contos de fadas.

Na versão original, datada em meados do século XVII a bela adormecida é vítima de um acidente não de uma maldição. Aos quinze anos, ela prende um espinho venenoso sob a unha e adormece profundamente.

Até aí, a história até que está parecida com o conto que conhecemos, mas veja agora o motivo de ser um dos contos mais estranhos e trágicos:
Após cair em seu sono, um determinado rei percebe a linda jovem desfalecida e resolve aproveitar-se da situação. Nove meses depois tem-se o resultado disso, a ainda adormecida dá a luz a gêmeos. Os bebês, com fome buscam o leite materno e acabam chupando um de seus dedos, retirando o espinho envenenado. Sem o espinho, a Bela Adormecida, violada e mãe de dois bebês finalmente acorda, mas sem entender como essas crianças surgiram.

Ainda pra piorar, o rei muito bem casado, manda seus súditos buscar a recém acordada com as crianças. O resultado disso é previsível: a rainha tenta matar Bela Adormecida e as crianças, no entanto é impedida e assassinada pelo próprio rei. Desse modo, a Bela Adormecida fica com o caminho livre para se casar com o seu rei abusador para tornar-se a nova rainha e para todos viverem felizes para sempre.
Agradecimentos: http://www.verdadeirahistoria.com.br/2013/08/a-verdadeira-historia-da-bela-adormecida.html




A ECONOMIA E A SOCIEDADE COMO ERA NA ÉPOCA QUE SE PASSA A HISTÓRIA.

SOCIEDADE = A sociedade inglesa do século XVII encontrava-se em um momento de mobilidade, de desagregação. Os diversos grupos da sociedade encontravam-se desarticulados em relação ao lugar que ocupavam na mesma. Entendemos que, por esse motivo a chamada "burguesia" não existia como grupo social sólido e unido. O que existia era uma articulação de "novos ricos", com ascendente influência na sociedade, que tinham interesses em comum, principalmente o aumento da participação da sociedade. Isto contribuiu para a revolução industrial deste século

ECONOMIA = As Transformações Econômicos – Sociais

Durante os séculos XV e XVI a Inglaterra passou por grandes e decisivas transformações econômicas. Passou a ter neste período, a maior indústria têxtil da Europa e a produzir mais de quatro quintos de todo o carvão do continente. A indústria têxtil, havia se espalhado pelas aldeias dando início ao chamado sistema de produção doméstica. Neste sistema, a técnica de produção permanece ainda artesanal, existindo já uma divisão (especialização) do trabalho e o capital dominou a produção. O carvão servia de base a toda uma série de indústrias, novas e velhas, que exigiam enormes somas de capital. As construções navais se desenvolviam rapidamente. No campo, o desenvolvimento capitalista, também era intenso, estimulado tanto pelos negócios de lã quanto pela criação de um mercado para os produtos agrícolas. Se o comércio era até bem pouco a única atividade econômica sob domínio do capital, agora também a indústria e a agricultura começavam a ser por ele dominadas. A partir de uma expansão do mercado interno e de uma crescente divisão do trabalho, havia se originado no interior de uma estrutura econômica ainda feudal um incipiente mais dinâmico núcleo capitalista.

As rápidas mudanças econômicas, de um lado, e a inflação de outro, provocaram uma grande redistribuição de renda de uma classe à outra e um intenso processo de mobilidade social. O que se passou na Inglaterra "nos fins do século XVI foi um deslocamento das riquezas da Igreja e da Coroa, e das pessoas muito ricas ou muito pobres, para as mãos da classe média alta".

As mudanças sociais que estavam transformando a sociedade inglesa da época tinham por base a terra, sua posse e seu uso. A propriedade da terra ainda a principal forma e fonte de riqueza, dava a quem a possuía prestígio social (status) e poder (político). Na Inglaterra, como de resto em todo continente, havia uma verdadeira compulsão, por parte da burguesia, para adquirir terras. Este fenômeno, ao invés de provocar uma refeudalização; acelerou a desintegração da propriedade e das relações feudais.

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